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Lesão que afastou Éder Militão da Copa do Mundo: especialista detalha cirurgia necessária

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A Seleção Brasileira enfrentará um desafio significativo na Copa do Mundo deste ano após a confirmação da ausência de Éder Militão. O defensor do Real Madrid foi obrigado a se submeter a uma cirurgia devido a uma lesão no tendão proximal do bíceps femoral da coxa esquerda. Um especialista consultado analisou a gravidade da situação e os detalhes do procedimento realizado.

O Real Madrid anunciou que a operação foi conduzida pelo renomado médico finlandês Lasse Lempainen, especialista reconhecido mundialmente, com supervisão da equipe médica do clube espanhol.

Veja as fotos

Éder Militão durante treino da Seleção Brasileira em Seul, na Coreia do SulCrédito: Rafael Ribeiro/CBF
Treino da seleção brasileira em Seul, na Coreia do Norte (Éder Militão, Vini Jr, Lucas Paquetá, Gabriel Magalhães, Gabriel Martinelli)Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Éder Militão expressa seu sonho de jogar na Copa do Mundo de 2026Portal LeoDias
Éder Militão durante treinamento da Seleção Brasileira em Seul, na Coreia do SulCrédito: Rafael Ribeiro/CBF
Éder Militão em coletiva de imprensa após o treino da seleção brasileira em Seul, na Coreia do SulFoto: Rafael Ribeiro/CBF

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A equipe médica do Real Madrid divulgou que a cirurgia foi bem-sucedida. Contudo, o jogador não terá tempo suficiente para se recuperar adequadamente antes dos jogos da Seleção Brasileira.

O ortopedista Lucas Ramos comentou sobre a importância do tendão bíceps femoral nos movimentos atléticos. Segundo ele, esse tendão é crucial para ações explosivas e estabilidade nas pernas, características fundamentais no futebol. “Uma ruptura nessa área compromete a força e o controle muscular necessários para arrancadas e mudanças rápidas de direção”, esclareceu o especialista.

Ele também mencionou que existem casos onde um tratamento conservador pode ser tentado inicialmente, incluindo fisioterapia intensiva e controle das atividades físicas. No entanto, essa abordagem nem sempre se mostra eficaz. “Se não houver uma evolução satisfatória, a cirurgia se torna necessária para restaurar a função do tendão e garantir uma recuperação segura”, afirmou.

O profissional ressaltou que o processo de reabilitação tende a ser longo e requer monitoramento constante. “A recuperação pode levar cerca de seis meses, embora isso possa variar dependendo da resposta individual ao tratamento. O retorno ao esporte deve ser gradual, respeitando cada fase da reabilitação”, concluiu Lucas Ramos.

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